Políciais da Rondesp Norte prende casal de traficantes na invasão do bairro Codevasf


Neste sábado (03), por volta das 14h, uma equipe da RONDESP NORTE fazia rondas na invasão do Bairro Codevasf, quando recebeu informações através de populares vítimas de roubos e furtos, de que em uma residência ali próximo funcionava uma “boca de fumo”, onde viciados faziam trocas de objetos roubados e ou furtados por drogas. Com base nas informações os Rondespianos se deslocaram até o citado local e fizeram um cerco a residência. 
Os Rondespianos flagraram um casal escondendo um objeto debaixo da pia do quintal. O casal foi identificado como sendo Jefferson Deivison Martins de Souza e Raquel Santos de Souza, eles haviam escondido no local citado anteriormente, 28 (vinte e oito) “petecas” de cocaína. Após esta apreensão Raquel abriu a porta da frente de sua casa e autorizou os Policiais que entrassem em sua residência. Na busca domiciliar os Rondespianos encontraram debaixo do colchão da cama do casal os seguintes objetos: 

• 01 (um) Revólver calibre 38, marca ROSSI, nº 125073, municiado com 05 (cinco cartuchos intactos; 
• 01 (uma) balança de precisão; 
• 04 (quatro) pedaços grandes de cocaína sólida; 
• 17 (dezessete) pedaços médios de cocaína sólida; 
• 07 (sete) pedras de crack; 

Os acusados foram encaminhados para delegacia juntamente com os materiais apreendidos. 

Rondesp Norte

Homem morre em saída motel em Juazeiro BA


Segundo informações enviadas a nossa redação por redes sociais através de whatsaap. Sábado (3), um homem morreu após fazer amor em pousada no bairro Itaberaba em Juazeiro BA. Ele foi Acometido por um Infarto Fulminante, a sua Parceira que até então não foi encontrada, fugiu do local.

Manifestações demonstram força da democracia, diz Palácio do Planalto

O Palácio do Planalto disse respeitar as manifestações ocorridas neste domingo (4) em diversas cidades brasileiras de apoio à Operação Lava Jato e combate à corrupção. Por meio de nota à imprensa, o governo do presidente Michel Temer disse que os atos demonstraram novamente a “força e a vitalidade de nossa democracia” e lembrou a necessidade de o Poder Público atender as demandas da população.
Os atos ocorreram pela manhã e à tarde nas cerca de 200 municípios. Mais cedo, a Câmara dos Deputados e o presidente do Senado, Renan Calheiros, também comentaram os protestos, já que havia críticas nominais a Renan e ao pacote de medidas contra a corrupção que foi alterado pelos parlamentares na última semana. 
“Milhares de cidadãos expressaram suas ideias de forma pacífica e ordeira. Esse comportamento exemplar demonstra o respeito cívico que fortalece ainda mais nossas instituições. É preciso que os Poderes da República estejam sempre atentos às reivindicações da população brasileira”, destacou o Planalto, no comunicado.

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

Helicóptero cai e deixa quatro mortos a 60 quilômetros de São Paulo

Um helicóptero caiu na cidade de São Lourenço da Serra, a 60 quilômetros da capital paulista, deixando quatro pessoas mortas. Segundo a Polícia Militar, o piloto, um homem e duas mulheres, incluindo uma gestante, não resistiram à queda da aeronave, que era particular. 
A ocorrência foi atendida pelo Corpo de Bombeiros, às 16h36, na Estrada da Barrinha, altura do número 4.024. O helicóptero caiu, em região de mata, sem pegar fogo. Foram enviadas oito viaturas para o resgate dos corpo. 

Fernanda Cruz – Repórter da Agência Brasil

Protesto em defesa da Lava Jato leva centenas de milhares às ruas no Rio


Os protestos que ocorreram neste domingo (4) contra a corrupção e em defesa da Operação Lava Jato levaram pelo centenas de milhares de pessoas à orla da zona sul do Rio de Janeiro. 
A Polícia Militar e o Exército não divulgaram informações oficiais. Os organizadores do evento calcularam cerca de 600 mil pessoas. A aglomeração teve início por volta das 10h desta manhã na Avenida Atlântica, em Copacabana, entre as ruas Xavier da Silveira e Bolívar, na altura do Posto 5, mas rapidamente tomou diversas outras ruas, pelas pistas e calçadões da orla, com muita gente portando faixas, cartazes e vestindo as cores verde e amarela da bandeira brasileira. 
Com palavras de ordem e gritos de protestos, os manifestantes atacavam, principalmente, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia e do Senado, Renan Calheiros. Seguindo a iniciativa de Maia, Renan também tentou aprovar requerimento de urgência para o Senado votar o projeto com as alterações propostas pela Câmara ao projeto de lei de autoria popular com 2,5 milhões de assinaturas com dez medidas de combate à corrupção. 
O protesto na cidade atendeu a convocação dos Movimentos Vem Pra Rua (VPR) e Brasil Livre (MBL), da Associação dos Magistrados do Rio de Janeiro (Amaerj) e da Associação do Ministério Público do Estado (Amperj). Na avaliação dessas entidades, “a manifestação é uma oportunidade para que todos se juntem contra a responsabilização criminal de juízes e membros do Ministério Público”. 
Para Adriana Balthazar, do Movimento Vem pra Rua, os congressistas ainda não perceberam que o povo acordou e que o Brasil já não é mais o mesmo. “Os congressistas estão se esquecendo que, em 2015 a 1016, a população saiu às ruas por sete vezes com pautas diferentes, mas tendo sempre uma em comum: o apoio à Lava Jato e contra a corrupção”, disse. “A gente esclareceu para a população o que eram as dez medidas contra a corrupção, e eles vem na calada da noite e mudam o projeto. Não para melhorar, para aperfeiçoar, mas maldosamente em benefício próprio.” 
Para ela, a atuação iniciada na Câmara dos Deputados culminou com a tentativa do presidente do Senado de tentar empurrar um processo de abuso de autoridade que está engavetado desde 2007. “Esse desrespeito da Câmara para com os 2,5 milhões de brasileiros que assinaram a inciativa foi um tapa na cara e as mudanças foram feitas para salvar a própria pele deles mesmos, mas não sairemos das ruas até que isto mude”, enfatizou.

Sanear o país 

Para o delegado federal Jorge Barbosa Pontes, o país vem vivendo um movimento histórico. Ressaltando falar em nome próprio, não em nome da instituição ou da classe dos delegados, Pontes ressaltou que esse é o momento de sanear o país. “O Brasil está errado há mais de cem anos, mas este processo de mudança não é instantâneo. As pessoas pedem prisões, mas esquecem que o processo penal é algo demorado, amarrado”, criticou. 
Segundo o delegado, a nova geração de policiais federais e de procuradores e juízes está fazendo um trabalho heroico que deveria ter sido feito. “O que estamos vendo agora não é uma manifestação qualquer, mas uma das fases da Operação Lava Jato, de quem nós somos hoje aqui também executores”, declarou. 
Também presente ao ato, o promotor Público Carlos Henrique garantiu que os promotores e os magistrados têm orgulho de estarem participando da manifestação com a população. “Sabemos que estamos do lado certo. O que o Congresso está querendo, ao falar de abuso de autoridade, na verdade é calar, impedir a Lava Jato, a atuação do juiz [Sérgio] Moro”, diz. 
O promotor disse que o Ministério Público não se intimidará com as tentativas de incriminar juízes e procuradores por abuso de autoridade. “Nós, promotores e juízes não temos medo de bandidos e não nos deixaremos nos intimidar. Estaremos do lado da população no combate a todos os tipos de criminalidades. Foi quando começamos a colocar na cadeia políticos e empresários do alto escalão, nos andares mais alto, que vieram essas reações contra o MP [Ministério Público] e contra a magistratura”, avaliou. 

Indignação 

O público que compareceu à manifestação em Copacabana era eclético e variado. Em meio à multidão, adolescentes, adultos e idosos, como Natal Antônio Abranches, 73 anos, entoavam o sentimento de indignação. “O motivo de estarmos aqui é para protestar contra essa corrupção toda, tem tanto ladrão que tá saindo pelo ladrão. É que está terra é tão rica que enquanto eles dormem ela se recupera”, disse. 
Segundo o aposentado, a votação da Câmara foi feita por traidores da pátria, que agiram em defesa própria e para salvar a própria pele porque estão todos eles “enfronhados no cargo para roubar”. A jornalista e arquiteta Elisabete Soares, 56 anos, fazia coro aos protestos. “A Câmara dos Deputados parece que não é brasileira, porque essa decisão foi uma afronta ao povo brasileiro”, comentou.

Nielmar de Oliveira – Repórter da Agência Brasil

Em São Paulo, manifestantes apoiam Lava Jato e gritam “Fora, Renan”

O protesto na tarde de hoje (4) na Avenida Paulista reuniu manifestantes em defesa da Lava Jato, em favor das Dez Medidas contra a Corrupção (PL 4850) e contra o presidente do Senado, Renan Calheiros. A Polícia Militar e organizadores não divulgarem contagem de número de participantes. 
Fechada para lazer aos domingos, a avenida ficou lotada de pessoas vestidas de verde e amarelo. Em diversos momentos, os manifestantes fizeram pausas para cantar o hino nacional. Rogério Chequer, líder do Movimento Vem Pra Rua, disse à Agência Brasil que tem se mantido fiel às suas causas, e negou rompimento ideológico com o Movimento Brasil Livre (MBL), que também participa do ato.
“O Fora Renan é contra alguém que está tentando atrapalhar as investigações, desvirtuar o poder do Judiciário. Deixamos claro, o Vem Pra Rua não adere ao Fora Temer. Estamos aqui hoje para nos tentar estabilizar com um governo que está fazendo algumas coisas boas e algumas ruins. Esse [Fora Temer] não é o grito do Vem Pra Rua”, disse Chequer.
O procurador da Justiça José Oswaldo Molineiro, presidente da Associação Paulista do Ministério Público, disse que está no protesto hoje para defender um país moderno e voltado aos jovens. “Como presidente da associação, quero trazer a minha manifestação de apoio ao Ministério Público Federal, a este movimento, que recoloca o Brasil no seu lugar. Nós não somos um país corrupto”, declarou. 
Ele também mostrou apoio à Lava Jato, que atua como uma investigação moderna contra o crime organizado de alto nível, segundo ele, que empobrece o país e deixa o país miserável. “A Lava Jato merece todo o nosso apoio”, disse Molineiro. 
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública definiu que o protesto de hoje ficará restrito à Avenida Paulista, com início às 14 h e término às 18 h, horário em que os “carros de som devem ser desligados para facilitar a dispersão do público”. 
“Durante todo o período de manifestação, o Centro de Operações da PM (Copom), na região da Luz, sediará uma sala de gerenciamento de crise. Equipes dos comandos de policiamento de Choque (CPChq) e de Área Metropolitano 1 (CPA/M-1) reforçarão o policiamento da Paulista”, diz a nota. 
A Avenida Paulista ainda foi divida em cinco pontos para atender aos diferentes movimentos, com concentração na altura das Ruas Augusta, Peixoto Gomide, e das Alamedas Casa Branca, Pamplona e Campinas.

Fernanda Cruz – Repórter da Agência Brasil

Deputada baiana critica mudanças nas 10 Medidas Contra a Corrupção


A deputada estadual Fabíola Mansur (PSB), criticou as mudanças feitas pelos deputados federais no texto original do Projeto de Lei (PL) 4.850/16, que trata das Dez Medidas de Combate à Corrupção. A parlamentar foi uma das incentivadoras do PL, arrecadando assinaturas para apresentação do projeto de iniciativa popular, na Bahia. 
De acordo com Fabíola as medidas aprovadas após emendas ao relatório de Onyx Lorenzoni (DEM-RS) deixaram o projeto muito diferente do original, apresentado pelo Ministério Público Federal e validado pela população. "O Caixa dois virou crime, corrupção virou crime hediondo, mas foram muitas as mudanças no texto original. Do texto atual foram retirados os acordos de leniência, o enriquecimento ilícito de funcionários públicos, a figura do 'reportante do bem', que incentiva os cidadãos a denunciarem, a responsabilização de partidos, entre outras medidas. Isto representa um retrocesso no combate à corrupção. Espero que no Senado, salvaguardando a Constituição Federal, o debate possa ser aprofundado, o projeto aperfeiçoado e a vontade popular respeitada", disse a parlamentar.

Ascom Dep. Fabíola Mansur

Protesto em defesa da Lava Jato reúne manifestantes em 200 cidades do Brasil


Com a segurança reforçada, milhares de pessoas vestidas de verde e amarelo e com a bandeiras do Brasil se reuniram hoje (4) em cerca de 200 cidades, entre elas Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. O protesto é em defesa da Operação Lava Jato e contra o pacote de medidas anticorrupção aprovado com modificações pela Câmara dos Deputados na madrugada do dia 30 de novembro. 
Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, na Esplanada dos Ministérios até as 11h15 entre 4 e 5 mil pessoas participavam pacificamente do protesto, previsto para ser encerrado às 13h. Para os organizadores, são mais 15 mil manifestantes. Entre os movimentos que convocaram os protestos, estão o Vem pra Rua e o Avança Brasil. 
As manifestações estão permitidas apenas no gramado da Esplanada dos Ministérios, a partir da Catedral de Brasília até a Avenida das Bandeiras, mas alguns manifestantes conseguiram chegar próximo ao espelho d'água do Congresso Nacional, onde espalharam desenhos de ratos, simbolizando, segundo eles, os políticos. 

Trânsito

Desde as primeiras horas da manhã, estão restritos o acesso à área da Praça dos Três Poderes, onde fica o Palácio do Planalto, o Congresso e o Supremo Tribunal Federal, além dos ministérios da Justiça e das Relações Exteriores. O trânsito foi interrompido a partir da Rodoviária. O acesso as vias N1 e S1, atrás dos Ministérios, também foi proibido.
A Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal montou um forte esquema de segurança e retomou as revistas na Esplanada, após os incidentes do último dia 29, durante os protestos contra a PEC dos Gastos, quando houve confronto entre manifestantes e policiais. 
O efetivo de policiais militares é de 1,5 mil homens, conforme informou antes das manifestações o Governo do Distrito Federal (GDF). O esquema conta ainda com agentes do Detran e bombeiros. A Polícia Civil informou que todos os departamentos estarão em funcionamento. A 5ª Delegacia de Polícia (DP) teve o plantão reforçado e, se necessário, a 1ª DP também vai receber ocorrências, além do Departamento de Polícia Especializada. 
As forças de segurança orientaram os manifestantes a não cobrir o rosto, não usar guarda-chuva (se chover utilizar capa), não portar objetos cortantes ou garrafas de vidro. É recomendado ainda ter um documento de identificação e evitar celulares e objetos de valor. A polícia pede também que se foram identificados grupos com intenção de tumultuar os protestos que as autoridades sejam informadas.
A maioria dos manifestantes portava faixas contra o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e cartazes com frases como "Somos todos Sérgio Moro", "Fora Corrupção", "Estamos de olho: a Lava Jato não será sabotada", "Fim do foro privilegiado" e "Pressa do julgamento de políticos no STF". 

Rio de Janeiro 

No Rio de Janeiro, centenas de pessoas se aglomeraram nos cerca de 800 metros que separam os postos 4 e 5 da Praia de Copacabana, em manifestações contra a decisão da Câmara dos Deputados de aprovar, com alterações, a proposta de emenda à Constituição (PEC), de autoria popular e que reuniu 2,5 milhões de assinaturas, com 10 medidas de combate à corrupção. 
O protesto na cidade atendeu convocação do Movimento Vem pra Rua, Associação dos Magistrados do Rio de Janeiro (Amaerj) e Associação do Ministério Público do Estado (Amperj). Na avaliação dessas entidades, "a manifestação é uma oportunidade para que todos se juntem contra a responsabilização criminal de juízes e membros do Ministério Público".
Durante o ato, centralizado nas ruas Miguel Lemos, Xavier da Silveira, Bolívar e Barão de Ipanema, os manifestantes gritavam palavras de ordem e osgtentavam slogans em cartazes e bandeiras, entre eles "Diga não a esse absurdo. O que o povo pedia? Prisão aos corruptos! O que eles entregaram? Prisão a juízes e promotores", "Podem até calar a Justiça, mas não podem calar a voz do povo", além de palavras de ordem como "Fora Renan", "Fora Maia" e "Viva Moro" e "Viva Marcelo Bretas", em alusão aos juízes que iniciou a Lava Jata e determinou a prisão do ex-governador Sérgio Cabral.

Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil

Ratos do Congresso-Pintura íntima

Diretores do IMIP participam de lançamento do IBROSS em São Paulo


Ana Cláudia Figueira, Paulo Câmara, Gilliat Falbo, Tereza Campos e Geraldo Alckmin

O presidente do IMIP, Prof. Gilliatt Falbo, a superintendente geral, Dra. Tereza Campos, e a superintendente da Gestão IMIP Hospitalar, Ana Claudia Figueira, que dentre suas unidades está a Upae Garanhuns, participaram do lançamento nacional do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em São Paulo. O Instituto tem, entre os objetivos, contribuir para a ampliação e aprimoramento da qualidade do serviço público de saúde oferecido à população. O evento aconteceu na quinta-feira (24/11). O surgimento do Ibross ocorre após quase 20 anos de implantação do modelo de Organizações Sociais de Saúde (OSS) para a gestão de serviços da rede pública no Brasil. A Gestão IMIP Hospitalar, que é filiada ao IBROSS, administra diversas unidades de saúde em Pernambuco. 
Considerado a primeira entidade nacional representativa do setor, o Ibross foi criado por iniciativa de um grupo de OSS que atuam em diferentes regiões do país com a proposta de colaborar para o aperfeiçoamento e fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a qualidade do atendimento oferecido à população brasileira. Juntas, as OSS associadas ao Ibross gerenciam mais de 800 unidades de saúde e empregam aproximadamente 95 mil pessoas. Essas unidades contam com mais de 15 mil leitos e realizam, em um período de um ano, cerca de 700 mil internações e mais de 750 mil cirurgias. Também são responsáveis por mais de 40 milhões de consultas, quase 50 milhões de exames e chegam a registrar aproximadamente 10 milhões de atendimentos de urgência e emergência. 
As OSS surgiram no Estado de São Paulo em 1998, respaldadas por uma lei nacional, e possibilitando que os governos estaduais, municipais e distrital firmassem parcerias com instituições, obrigatoriamente de caráter filantrópico e sem fins lucrativos, para a gestão de serviços públicos de saúde. Nos contratos de gestão, estabelecidos por meio das secretarias de saúde, o governo continua o responsável pela definição dos serviços que devem ser prestados e quais os indicadores de qualidade a serem observados. Já as OSS devem cumprir metas quantitativas e qualitativas ao assumirem o gerenciamento das unidades de saúde. 
As experiências e resultados positivos das parcerias entre as organizações sociais e o poder público, fizeram com que o modelo de gestão de OSS ganhasse credibilidade, sendo replicado por outros municípios e estados do Brasil. Nos últimos anos, mais de 200 municípios, administrados por diferentes partidos, firmaram contratos com instituições filantrópicas para a gestão de hospitais, ambulatórios, clínicas de especialidades, centros de distribuição de medicamentos e atendimento móvel de urgência, entre outros. 
Como entidade representativa nacional do setor, o Ibross defende que as OSS trabalhem com transparência na prestação de contas e de forma colaborativa com os órgãos controladores. Outra proposta do instituto é a elaboração de um selo de acreditação para avaliar as instituições sociais que prestam serviços na área da saúde pública. A acreditação será usada como instrumento para atestar as instituições que realizam um trabalho sério, com cumprimento das metas quantitativas e qualitativas, conforme as diretrizes estabelecidas pelos gestores públicos. 
De acordo com o presidente do Ibross, Renilson Rehem de Souza, a aplicação de uma metodologia de certificação consolidada é essencial para que as organizações sociais façam a gestão dos serviços públicos de saúde, buscando padrões de qualidade cada vez mais elevados."Podemos considerar a transparência na prestação de contas e o fortalecimento do Projeto de Acreditação como os dois principais pilares de atuação do Ibross. Nosso compromisso é de respeito aos recursos públicos e no trabalho para ampliar e melhorar os serviços de saúde gerenciados pelas OSS em benefício de todos os brasileiros", afirma Renilson Rehem de Souza, presidente do Ibross.

Ascom IMIP

Homem é assassinado nas proximidades do N-5 em Petrolina


Neste sábado (03), a PBCE Agrotécnica foi acionada pela Central de Operações para verificar um cadáver sobre a motocicleta, encontrado por populares. 
Chegando ao local foi constatada a veracidade do fato, sendo encontrado o corpo de Fábio Alves dos Santos, 34 anos, sem os sinais vitais caído junto a sua motocicleta na Estrada carroçal, Assentamento 1º de Maio, próximo à entrada do N-5, Petrolina-PE, o qual foi alvejado por três projéteis de arma de fogo de calibre desconhecido na nuca e pescoço, por elementos não identificados. Fábio residia na Quadra N, s/nº, PSNC, N-5, Petrolina-PE.
De imediato a GT-Operações e o NIS-4 efetuaram diligências para capturar possíveis acusados do homicídio, mas não lograram êxito. A equipe policial fez o isolamento cadavérico até a chegada da equipe do IC e IML, onde na sequência foi realizada a perícia criminal e registrado o NIC 071927. Foi feita remoção do corpo ao IML para realização da necropsia. A equipe policial registrou o Boletim de Ocorrência na 1ª DPC a fim de serem tomadas as devidas providências legais. 

Com informações da Central de Operações 5º BPM

Homem é assassinado na zona rural de Petrolina


Segundo informações da Central de Operações 5º BPM na noite deste sábado, por volta das 20:30h, na Vila R-4, próximo ao Projeto Maria Tereza, zona rural de Petrolina, foi assassinado com vários disparos de arma de fogo, a pessoa identificada como Gildeton José de Brito, 40 anos. De acordo boletim do 5º BPM, a PR 26201 foi acionada pela Central de Operações para verificar um homicídio informado por populares através do 190 no referido endereço. 
Chegando ao local foi constatada a veracidade do fato, sendo encontrado o corpo sem os sinais vitais caído em um bar de sua propriedade, o qual foi alvejado por vários disparos de arma de fogo, efetuados por dois elementos não identificados, os quais chegaram em uma motocicleta Brós de cor preta, em seguida tomaram destino ignorado. 
De imediato a PR 26201, GT-Operações, GATI e o NIS-4 realizaram diligências para capturar possíveis acusados do homicídio, mas não conseguiram o intento. A equipe policial da PR 26201 fez o isolamento cadavérico até a chegada da equipe do IC e IML, onde na sequência foi realizada a perícia criminal, registrado o NIC 071.904, e removido o corpo ao IML para realização da necropsia.

Com informações da Central de Operações 5º BPM